Estudar e Trabalhar no Exterior!

#intercâmbio

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Se você quer trabalhar enquanto estuda, sem se preocupar com a imigração, os Países que permitem oficialmente que estudantes trabalhem durante o período de estudo, geralmente até 20 horas semanais, são: Austrália (para cursos superior a 14 semanas), Inglaterra (para cursos superiores a 28 semanas)  e Irlanda (para cursos superiores a 25 semanas) e Nova Zelândia (para cursos superiores a 6 meses, desde que o aluno já tenha conhecimento de inglês equivalente a 5.0 IELTS).

Dentre estes Países, apenas a Irlanda não possui muita burocracia em relação a concessão de visto para estudantes Brasileiros que quiser estudar e trabalhar legalmente. Alem destes Países, o Canada também permite que estudantes inscritos em programas especiais de estudo e trabalho, trabalhem pelo mesmo número de horas que estudarem. Por exemplo, se fizer uma matrícula de no mínimo 3 meses, poderá trabalhar posteriormente por mais 3 meses, sendo de no máximo de um ano a duração total do programa, 50% inglês e 50% trabalho remunerado ou estágio profissional, não remunerado, encaminhados pelas escolas e disponíveis em apenas algumas províncias do Canadá.

Para alunos que não precisarem ou não quiserem trabalhar enquanto estudam, os países que permitem que estudantes estudem e não exigem a obtenção de visto no Brasil são os seguintes: na Inglaterra é possível estudar por até 6 meses, na Nova Zelândia, África do Sul e Irlanda para cursos de até 3 meses de duração. Canadá, Estados Unidos e Austrália exigem visto antes da viagem.
O fato de que alguns destes países não exijam visto prévio não significa que vão deixar entrar sem nenhuma documentação, é necessário comprovar o curso que será feito, onde e quanto tempo irá ficar, o que irá fazer e dinheiro para tudo isso, bem como comprovação de vínculos com o Brasil que comprovem que irá retornar ao Brasil ao final do programa.

Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, “diferenciar-se” é a palavra chave para profissionais com visão num futuro globalizado, onde possuir boa formação acadêmica tornou-se mero requisito básico.

A busca por profissionais qualificados é hoje a grande meta nas empresas. Estes profissionais devem adquirir qualificação através de fluência em, no mínimo um idioma, experiência profissional no exterior, cursos de aperfeiçoamento e especialização, capacitação em diferentes áreas e muito mais.
Avaliação de títulos e certificados pode não ser eliminatória, mas pode garantir melhor classificação em concursos, diferenciais durante um processo de seleção e vantagens ao assumir um cargo.
O jovem universitário deve começar a se preocupar em alcançar este status a partir dos 18 anos, pois existem vários tipos de programas de estágio profissionalizante no exterior, os quais permitem decidir, pela área de trabalho, local, duração, início e tipo de acomodação.
Esta é a chance de se qualificar no exterior sem correr risco de tornar-se clandestino e ser deportado. Este tipo de trabalho temporário é legal em vários países e muitos ainda incentivam e abrem portas para trabalhadores especializados.
A vantagem do candidato inscrever-se nos diferentes tipos de estágios ou trabalhos temporários remunerados é a facilidade e segurança de emissão da documentação, exigida pelos Consulados, para que sejam solicitados os vistos adequados para cada situação.

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